A DERROTA É 'NORMAL', MAS A FALTA DE RAÇA É ASSUSTADORA

 Mais uma derrota e a mesma passividade

Saudações, torcida vascaína!

Infelizmente, o resultado negativo já era algo previsto para o confronto diante do Palmeiras. Duelo na casa de um adversário que brigará pelo título do Campeonato Brasileiro, elenco qualificado e organizado, e um bom técnico no comando. Você esperava algo diferente da derrota? Às vezes, com muita sorte, um empate, mas era algo quase impossível.

O resultado em si não machuca, já que é considerado 'normal'. No entanto, a passividade do elenco vascaíno, a falta de raça e desinteresse dos atletas são como um soco na cara dos torcedores. Uma defesa inútil, que contou com três zagueiros e dois laterais no início, mas era como se tivesse apenas o Léo Jardim lá. 

Leandro Amorim/Vasco


Erros grotescos da defesa

Pelo visto, a goleada vexatória sofrida diante do Flamengo não foi suficiente para sacudir o elenco vascaíno, especialmente o sistema defensivo. Com uma marcação frouxa, ou o famoso 'marca fofo', o Gigante da Colina deixou Estevão, a joia palmeirense, brincar como se fosse apenas um jogo-treino. Sem tirar o mérito do garoto, longe disso, mas não dá para aceitar tamanha passividade dos ditos zagueiros.

Álvaro Pacheco tem sua parcela de culpa? Às vezes, já que o português teve vários dias livres para treinar, conhecer o elenco e entender que três zagueiros e apenas dois homens no meio de campo não é a solução. Por outro lado, a bronca maior é com quem indicou, escolheu e contratou esses jogadores, que custaram mais de R$ 110 milhões, porém seguem inúteis.

Vegetti e Léo Jardim: a dupla que respeita a camisa do Vasco

De todos os atletas relacionados para o jogo, salvaram apenas dois nomes, Léo Jardim e Vegetti. O goleiro foi responsável de impedir outra goleada histórica e vexatória na história do Vasco. Com o bombardeio do Verdão, o arqueiro se desdobrou para realizar grandes defesas no Allianz Parque.

Já no ataque, o nome do guerreiro é Pablo Vegetti, que provavelmente não vai demorar para cansar desse time. Vocês já escutaram a expressão 'nem Noé'? Pois é, essa é a realidade do argentino, que simplesmente carrega o setor ofensivo nas costas. Lutando sozinho e brigando por cada bola, o camisa 99 até balançou a rede na partida, mas o VAR indicou falta no lance e o juiz atendeu.

Leandro Amorim/Vasco


Considerações finais

Diante do caos interno e nos bastidores, não dá para esperar muito para o próximo compromisso no Brasileirão. No entanto, o Vasco precisa acordar para a vida e fazer valer o mando de campo no duelo contra o Cruzeiro. Quanto ao português, ele que se vire com os dois de treinos para montar um time digno  (se é que existe essa opção) e capaz de buscar o resultado positivo.

Vamos Vasco!

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